Operação Polícia Rio de Janeiro Viagens

Após operação, companhias aéreas vão remarcar voos para o Rio sem multa Medida vale para voos que passem ou tenham como destino final a capital fluminense; Azul analisa pedidos individualmente. Por Redação TV Globo e g1 SP 29/10/2025 18h56 Atualizado há 47 minutos Movimentação no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo — Foto: MARCO AMBROSIO/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Movimentação no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo — Foto: MARCO AMBROSIO/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO As companhias aéreas vão permitir a remarcação de voos que passem ou tenham como destino final a cidade do Rio de Janeiro sem cobrança de multa. A medida foi adotada devido à operação policial mais letal já realizada no estado, que até agora contabiliza 121 mortos na Zona Norte da capital fluminense. Os voos seguem operando normalmente, mas as passagens das companhias Gol e Latam podem ser remarcadas até esta quinta-feira (30), sem custo adicional. Já os clientes da Azul precisam passar por uma análise individual para remarcar ou cancelar a viagem, dependendo da disponibilidade de assentos. As solicitações podem ser feitas pelos canais oficiais de atendimento das empresas.

Em resposta à grave operação policial que deixou 121 mortos na Zona Norte do Rio de Janeiro — considerada a mais letal da história do estado — as principais companhias aéreas que operam no país decidiram flexibilizar suas políticas de remarcação. A medida beneficia passageiros com voos que passem ou tenham como destino final a capital fluminense, permitindo alterações sem cobrança de multas.

A Gol e a Latam informaram que os clientes poderão remarcar suas viagens até esta quinta-feira (30) sem custo adicional, desde que o novo voo seja realizado dentro dos prazos estipulados pelas empresas. Já a Azul afirmou que os pedidos de remarcação ou cancelamento serão analisados individualmente, levando em conta a disponibilidade de assentos e as circunstâncias de cada caso.

Apesar da flexibilização, os voos seguem operando normalmente nos principais aeroportos, como Santos Dumont e Galeão, no Rio, e Congonhas, em São Paulo. A decisão das companhias reflete o impacto da crise de segurança pública sobre o setor aéreo e busca oferecer alternativas a passageiros que preferirem adiar a viagem em meio à instabilidade.

As solicitações devem ser feitas exclusivamente pelos canais oficiais de atendimento das empresas, como sites, aplicativos ou centrais telefônicas.