Água Sabesp São Paulo

Sabesp forma “sommeliers de água” para detectar odores e sabores e garantir qualidade do abastecimento em SP

A Sabesp mantém um curso inusitado, mas essencial, para o controle de qualidade da água em São Paulo: o de degustadores — ou, como os próprios técnicos brincam, “sommeliers de água”. A capacitação, criada há 30 anos, treina funcionários para identificar alterações de gosto e odor na água distribuída à população, servindo como uma ferramenta sensorial complementar aos exames laboratoriais.

Na manhã de quinta-feira (30), a Superintendência Norte da companhia, na Zona Norte da capital, recebeu 15 participantes que enfrentaram o desafio de provar líquidos aparentemente idênticos. Em um teste cego, cada um recebeu cinco copos com amostras codificadas e precisou descrevê-las com base apenas nas sensações de paladar e olfato. As reações variaram do riso ao nojo: o copo mais rejeitado, número 3, continha apenas água com sal de cozinha — mas confundiu até os mais atentos.

Outros sabores também enganaram o paladar dos alunos: água com açúcar, ácido cítrico, quinino amargo e até glutamato monossódico (o famoso umami). A ideia, segundo os instrutores, é treinar a percepção e ampliar o vocabulário sensorial dos futuros painelistas, que também passam por aulas teóricas sobre mecanismos de percepção e testes com bolachas, chocolates e cafés.

De acordo com Fabiana Lima, gerente de controle de qualidade da Sabesp, qualquer funcionário pode se inscrever, desde que tenha boa saúde e não seja fumante. “O painel sensorial é rápido e complementar aos exames de laboratório. Ele permite uma resposta imediata diante de qualquer alteração na água e ajuda a garantir que o consumidor receba um produto seguro e agradável”, explica.

A companhia conta atualmente com 54 degustadores ativos e, com esta nova turma, chegará a 84 profissionais espalhados pelos 375 municípios atendidos. Cada unidade realiza semanalmente testes de gosto e odor, avaliando aspectos como sensação na boca, amargor, acidez e até cheiros específicos, que podem variar de “terra molhada” a “peixe podre”.

Segundo a Sabesp, o trabalho desses “sommeliers da água” é um dos pilares do controle de qualidade. A empresa realiza mais de 170 mil análises por mês, monitorando desde a captação em rios e represas até a distribuição final nas torneiras. O treinamento pioneiro, que antecede até as exigências do Ministério da Saúde, reforça o compromisso da companhia com a segurança e a confiança no abastecimento público de São Paulo.

A Sabesp mantém um curso inusitado, mas essencial, para o controle de qualidade da água em São Paulo: o de degustadores — ou, como os próprios técnicos brincam, “sommeliers de água”. A capacitação, criada há 30 anos, treina funcionários para identificar alterações de gosto e odor na água distribuída à população, servindo como uma ferramenta sensorial complementar aos exames laboratoriais.

Na manhã de quinta-feira (30), a Superintendência Norte da companhia, na Zona Norte da capital, recebeu 15 participantes que enfrentaram o desafio de provar líquidos aparentemente idênticos. Em um teste cego, cada um recebeu cinco copos com amostras codificadas e precisou descrevê-las com base apenas nas sensações de paladar e olfato. As reações variaram do riso ao nojo: o copo mais rejeitado, número 3, continha apenas água com sal de cozinha — mas confundiu até os mais atentos.

Outros sabores também enganaram o paladar dos alunos: água com açúcar, ácido cítrico, quinino amargo e até glutamato monossódico (o famoso umami). A ideia, segundo os instrutores, é treinar a percepção e ampliar o vocabulário sensorial dos futuros painelistas, que também passam por aulas teóricas sobre mecanismos de percepção e testes com bolachas, chocolates e cafés.

De acordo com Fabiana Lima, gerente de controle de qualidade da Sabesp, qualquer funcionário pode se inscrever, desde que tenha boa saúde e não seja fumante. “O painel sensorial é rápido e complementar aos exames de laboratório. Ele permite uma resposta imediata diante de qualquer alteração na água e ajuda a garantir que o consumidor receba um produto seguro e agradável”, explica.

A companhia conta atualmente com 54 degustadores ativos e, com esta nova turma, chegará a 84 profissionais espalhados pelos 375 municípios atendidos. Cada unidade realiza semanalmente testes de gosto e odor, avaliando aspectos como sensação na boca, amargor, acidez e até cheiros específicos, que podem variar de “terra molhada” a “peixe podre”.

Segundo a Sabesp, o trabalho desses “sommeliers da água” é um dos pilares do controle de qualidade. A empresa realiza mais de 170 mil análises por mês, monitorando desde a captação em rios e represas até a distribuição final nas torneiras. O treinamento pioneiro, que antecede até as exigências do Ministério da Saúde, reforça o compromisso da companhia com a segurança e a confiança no abastecimento público de São Paulo.