Uma confusão envolvendo funcionários e clientes de uma unidade do McDonald’s, na Zona Norte de São Paulo, terminou em agressões físicas e troca de objetos arremessados dentro da lanchonete. O episódio ocorreu no último sábado (13), mas ganhou grande repercussão nesta semana após vídeos da briga circularem intensamente nas redes sociais.
As imagens, registradas por pessoas que estavam no local, mostram dois funcionários e um casal discutindo de forma acalorada. Em poucos segundos, o desentendimento evolui para socos, chutes e o lançamento de lanches entre os envolvidos. O tumulto aconteceu em uma loja localizada na Avenida Deputado Emílio Carlos, no bairro Vila Nova Cachoeirinha.
Durante a confusão, uma criança que acompanhava o casal aparece chorando enquanto os adultos trocam agressões. Em determinado momento do vídeo, o homem afasta a criança para um canto do restaurante e, logo depois, retorna para confrontar um dos funcionários, chegando a desferir um chute. O empregado reage com socos, enquanto a mulher arremessa embalagens e alimentos contra os trabalhadores.
As gravações também mostram tentativas de outros funcionários de conter a briga e separar os envolvidos. Em meio aos gritos e palavrões, a cliente cobra a devolução do dinheiro pago pelo lanche, sugerindo que a discussão tenha começado por um problema relacionado ao pedido. Apesar dos comentários nas redes sociais indicarem essa motivação, o motivo exato do conflito não foi oficialmente esclarecido.
Até o momento, não há informações confirmadas sobre feridos. A Secretaria da Segurança Pública informou que não houve registro da ocorrência na Polícia Civil, e o caso segue restrito à apuração interna da empresa.
Procurado para comentar o episódio, o McDonald’s divulgou nota lamentando as cenas de violência e afirmando que adotou providências para apurar as circunstâncias do ocorrido. A empresa reforçou que repudia qualquer forma de agressão e destacou seu compromisso com a manutenção de um ambiente seguro e respeitoso para clientes e colaboradores.
O episódio reacende o debate sobre segurança em estabelecimentos comerciais e a exposição de conflitos em redes sociais, especialmente quando envolvem crianças e cenas de violência em locais de convivência pública.