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De Neymar a Lula: R$ 12 bi por clonagem de DNA no STF

De Neymar a Lula: R$ 12 bi por clonagem de DNA no STF

Uma recente ação protocolada no STF (Supremo Tribunal Federal) exige o pagamento de R$ 12 bilhões por danos morais e materiais e um conjunto de medidas a serem tomadas, que incluem investigações pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. O autor da ação insiste ser vítima de perseguições por cerca de 18 anos, alegando a existência de uma organização criminosa internacional responsável por práticas como “clonagem de DNA”, manipulação genética, controle mental e uso de tecnologia avançada, como a denominada “Blue Bean”.

Na petição, é solicitado que o STF inicie inquéritos para investigar as alegações apresentadas. O autor afirma que os crimes, afirmadamente perpetrados por essa organização, causaram prejuízos bilionários ao poder público e à sociedade. Um trecho da ação destaca a implicação de falhas da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, sugerindo que esses erros resultaram no maior prejuízo já registrado ao tesouro nacional.

Como funcionaria o esquema

A petição detalha que a organização utilizaria satélites e robôs, junto com engenharia genética, para substituições de pessoas por “clones”. Esses clones, segundo a alegação, assumiriam as identidades, patrimônios e vidas das vítimas, enquanto as verdadeiras pessoas estariam submetidas a cárcere, torturas e violência. Além disso, foi mencionada uma tecnologia que teria a capacidade de “voltar no tempo” para reescrever eventos e influenciar indivíduos.

Ainda conforme a petição, haveria infiltração de “clones” em instituições como a Polícia Federal e o Poder Judiciário. “A Polícia Federal foi infiltrada, com inserção de clones”, apontou uma petição complementar que reforça o pedido de urgência judicial.

Celebridades envolvidas

O documento menciona diversas personalidades de destaque tanto no Brasil quanto no exterior, alegando que foram vítimas da suposta clonagem de DNA. Entre os brasileiros, destacam-se nomes como:

A petição expõe que Marília Mendonça estaria viva e que diversas celebridades foram, de alguma maneira, envolvidas neste esquema. No cenário internacional, são citadas figuras como Leonardo DiCaprio, Donald Trump e até o Papa Leão XIV.

Casos específicos citados na ação

O autor apresenta uma série de situações que, segundo ele, exemplificam a atuação da organização. Em uma das alegações, Neymar teria sido avistado em uma situação comprometedora nos Lençóis Maranhenses, enquanto um “clone” dele estaria seguindo sua rotina normalmente. Gabigol é descrito como jogando no Maranhão enquanto outra pessoa teria tomado sua identidade.

O relato também menciona Tatau, da banda Ara Ketu, sendo mantido em cárcere por milicianos, juntamente com Claudia Leitte e Marina Ruy Barbosa, que, segundo a alegação, teria assumido a identidade de uma ex-namorada do autor. Casos de figuras públicas como William Bonner e Joesley Batista também são relatados, com implicações que buscam demonstrar a profundidade do suposto esquema.

Impactos e pedidos de urgência

A ação atribui à organização a responsabilidade por crises financeiras nas empresas brasileiras, sugerindo que elas teriam sofrido em um esquema de pirâmide financeira operado por robôs e satélites. O autor ainda relaciona esses atos a desaparecimentos de crianças, manipulação genética e até mesmo a inícios de guerras internacionais.

Em uma petição complementar ao STF, o autor não apenas reiterou seu pedido para que a Polícia Federal atue de forma celeridade, mas também enfatizou a necessidade de tratar urgentemente da situação das pessoas que estariam em risco. A petição clama por uma resposta imediata do STF, alegando ser fundamental para o bem-estar da democracia brasileira.

Por enquanto, a ação permanece em análise no Supremo Tribunal Federal, sem que uma decisão de mérito tenha sido proferida sobre os pedidos apresentados.

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