São Paulo

Exumação: família planeja memorial dos Mamonas Assassinas

Após 30 anos do acidente de avião trágico que resultou na morte dos integrantes dos Mamonas Assassinas, um memorial em homenagem às vítimas será criado. A nova instalação servirá como um espaço de reflexão e celebração da carreira da banda, proporcionando um lugar especial para os fãs e familiares relembraram os momentos marcantes da trajetória dos músicos.

Um Ato de Amor e Memória

Pouco antes dos óbitos completarem três décadas, os familiares entraram em acordo para exumar os corpos e transformar parte das cinzas em adubo para o plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério de Guarulhos, cidade natal dos músicos na Grande São Paulo. Essa ideia não apenas ressignifica a perda, mas também contribui para o meio ambiente, criando um espaço verde que perpetuará a memória dos integrantes.

O Desenvolvimento do Memorial

O memorial completo será instalado atrás dos túmulos onde os músicos estão enterrados atualmente. Cessando parte das preocupações dos fãs, as sepulturas originais serão preservadas e continuarão abertas para visitação. O processo de seleção e plantio das árvores envolveu uma cuidadosa escolha da espécie que melhor representasse cada um dos ex-integrantes. Cada parte das cinzas foi colocada em uma urna biodegradável junto com a semente da planta, simbolizando um novo começo.

Conectando os Fãs às Memórias

Ao longo dos próximos meses, as árvores germinarão e serão realocadas nos espaços reservados a Dinho (Alecsander Alves), Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli. Para cada árvore haverá uma identificação, acompanhada de um totem com QR Code, onde os admiradores poderão acessar fotos, curiosidades e vídeos dos Mamonas Assassinas. Essa iniciativa cria um espaço repleto de memórias coletivas, permitindo que os fãs se sintam mais próximos dos integrantes e celebrem suas carreiras.

A intenção do parque é que a homenagem já esteja disponível para o público visitar a partir de 1º de março.

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*Com informações de Ana Clara Machado, da CNN Brasil