Transformação na percepção do seguro
Mais do que uma resposta ao risco imediato, a proteção passa a integrar o planejamento financeiro e a organização da rotina, especialmente em um contexto em que o carro permanece como ativo essencial para mobilidade urbana e compromissos profissionais.
“A decisão pelo seguro não está mais associada apenas ao imprevisto. Para muitas mulheres, ele faz parte da gestão do orçamento e da previsibilidade da rotina. É uma escolha racional, ligada à organização financeira e à proteção de um patrimônio que viabiliza trabalho e deslocamento”, afirma Simone Rosa, diretora de produtos da Youse.
Esse dado ganha relevância no contexto do Dia Internacional da Mulher, ao evidenciar que a relação feminina com o seguro se conecta à autonomia econômica e protagonismo nas decisões financeiras. A faixa de 35 a 54 anos coincide com o período de maior participação no mercado de trabalho formal, crescimento de renda e maior responsabilidade sobre despesas familiares.
Além da concentração etária, o levantamento também mostra forte presença da região Sudeste nas contratações femininas, refletindo maior densidade urbana e dependência do automóvel para deslocamentos diários.
Para a Youse, o comportamento das usuárias reforça uma tendência mais ampla do setor: o seguro passa a integrar a estratégia de organização da vida financeira.
“Existe uma evolução na forma como o consumidor e especialmente a consumidora enxerga o seguro. Ele deixa de ser percebido apenas como proteção e passa a ser visto como uma ferramenta inteligente de previsibilidade e planejamento para as nossas clientes”, completa Simone.
*Publicado por André Nicolau, da CNN Brasil