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Suspeito morto pela Rota e sua participação em fuga há 19 anos

Suspeito morto pela Rota e sua participação em fuga há 19 anos

Márcio dos Santos Ferreira, conhecido como “Tetão”, foi morto nesta sexta-feira (10) por policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Tetão havia participado da fuga em massa do CDP II (Centro de Detenção Provisória) de Osasco em 2007, um evento que marcou a história do sistema penitenciário.

No contexto de sua morte, Tetão é apontado como suspeito de participação no atentado ao tenente Ronickson Pimentel dos Santos, que atualmente se encontra internado em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Segundo investigações, ele seria responsável pelos carros e armas utilizados na tentativa de homicídio contra o agente, evidenciando seu envolvimento em atividades criminosas significativas.

A Polícia Militar informou que Márcio possui uma extensa ficha criminal. Ele é um membro antigo do PCC (Primeiro Comando da Capital) e, na madrugada do dia 11 de setembro de 2007, fugiu com cerca de outros 30 detentos do presídio, o que ressaltou a fragilidade do sistema de segurança no local.

Na época de sua fuga, a PM informou que os detentos utilizaram um túnel que conectava a parte interna do CDP ao Rodoanel. A morte de Tetão foi oficialmente registrada como uma morte decorrente de intervenção policial no 49º DP (São Mateus) e está sendo investigada pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

Os policiais que participaram da ação estavam equipados com câmeras corporais, e essas imagens também será analisadas durante a investigação.

Desdobramentos após o atentado ao tenente

Com a morte de Tetão, o número de pessoas mortas pela Rota sobe para seis durante as buscas por suspeitos de envolvimento na tentativa de homicídio do tenente Pimentel. Os desdobramentos mostram a gravidade da situação. Veja como ocorreram as outras mortes:

Questionada sobre estes eventos, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) não forneceu esclarecimentos sobre quais mortos poderiam ser considerados oficialmente suspeitos do crime, aumentando a tensão e a desconfiança em torno das operações da Rota.”

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